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China denuncia plano dos EUA de criar ingovernabilidade em Cuba

  Representantes de Cuba na China denunciaram hoje que os Estados Unidos estão por trás dos recentes tumultos na ilha e seu objetivo é criar uma situação de ingovernabilidade, caos e violência.



Andro Vázquez, encarregado de negócios da embaixada de Havana aqui, disse em uma reunião com a imprensa que esses incidentes foram apoiados por uma operação de comunicação em grande escala, coordenada por grupos contra-revolucionários e teve uma participação ativa de elementos violentos.

“Este procedimento não é novo porque envolve ações previstas nos manuais de guerra não convencionais desenvolvidos pelos Estados Unidos”, disse ele.

Segundo o diplomata, o objetivo era subverter a ordem constitucional, provocar a explosão social e materializar a tão esperada derrubada da Revolução cubana.

Deplorou que agora as forças hostis tirassem proveito das adversidades materiais derivadas da intensificação do bloqueio econômico, financeiro e comercial em meio à pandemia de Covid-19.

As dificuldades, assinalou, afetam o setor da saúde, o funcionamento do sistema energético e a escassez de alimentos e produtos básicos em Cuba.

“Os Estados Unidos identificaram o impacto do vírus e da pandemia como uma oportunidade para reforçar o bloqueio com motivações políticas e aplicar o que chamaram de medidas de pressão máxima para reforçar a agressão contra nosso país”, disse Vázquez.

O responsável disse que o Governo de Cuba funciona normalmente, mantém seu repúdio à imposição de "corredores humanitários" e acolhe as doações sinceras do exterior.

Entre outros assuntos, ele agradeceu o apoio expresso esta semana pelo Itamaraty e por nações como Venezuela, Argentina, Rússia e México.

O encarregado de negócios da embaixada cubana atualizou a imprensa do gigante asiático sobre a situação na ilha após os tumultos do último domingo.

Os analistas concordam que é uma estratégia de Washington já aplicada em outras nações latino-americanas e caribenhas para incitar a convulsão social, preparar o terreno para ações militares e interferência direta.

Com informações da PrensaLatina

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1 Comentários

  1. Lamentamos este incidente se for verdadeiro Cuba país exemplo em gestão e nas relações internacionais. Ocidente liderado pelos (EUA) devem acompanhar os países Asiáticos que dignificam as gestões de convivência entre povos no século XXI.

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